Essa doeu!

É mais que compreensível o protesto da comunidade blumenauense a respeito do anúncio de praticamente dobrar o preço da água tratada por conta da implantação do tratamento de esgoto na cidade.

Inegável a necessidade do tratamento do esgoto. Quanto à isto, nenhuma restrição, até pelo contrário: é antiga e necessária reivindicação da comunidade.

O que mexe na indignação coletiva é o preço. O percentual de 98% é difícil de digerir e, o que é pior, com aumentos anuais de acordo com o IPCA e revisão do valor a cada cinco anos. Em outras palavras, o futuro não será barato.

Vamos ver no que vai dar. O assunto não se esgota aqui. Pelo contrário: está apenas começando.



Porta de entrada

Para entender o já polêmico Plano Nacional de Direitos Humanos 3, do Governo Lula. Alguns avanços, muitos retrocessos. É uma porta de entrada para alguma coisa ainda não explicada. É ler e fazer sua avaliação.



Só pode ser brincadeira

Carta enviada ao Diário Catarinense, relativa à reportagem no caderno de Cultura de 12/01, terça.

Boa tarde, Mariana.

Gostaria de fazer alguns comentários sobre matéria intitulada “Com a missão de Descentralizar”, de 12/01/2010, no DC.

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Recordar

Vale a pena ler este comentário que está no blog do Juca,  publicado no Jornal  GLOBO de 09/11/1989 e que faz parte do livro “Por que não desisto”, organizado pelo jornalista Márcio Kroehn.

Profissionalismo é a alma do negócio

Era uma vez um time de futebol que usava camisas brancas. Imaculadamente brancas, como os calções. De preto só o distintivo – e um punhado de artistas como Dorval, Mengálvio, Coutinho e ele, o Rei Pelé.

O mundo parava para vê-lo jogar. E o Santos ganhava, ganhava e ganhava. Ganhava os jogos, as taças e os dólares. Muitos dólares. Enchia estádios por onde passava e os cofres da Vila Belmiro, a vola mais famosa, como se dizia então.

Os artistas se aposentaram, as camisas não são mais imaculadas, pois cederam espaço para os patrocinadores, e a Vila definhou porque os dólares eram de papel e o vento levou. Sobraram uma torcida imensa e uma enorme saudade. E a situação ficou preta.

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Comparações

Só para se ter uma idéia do quanto ainda temos que caminhar até a Copa 2014, em termos de público, que é um dos pilares – o principal – de sustentação dos clubes e dos estádios:

A média de público do último campeonato brasileiro foi de 17.801 pagantes.

A Alemanha, com um campeonato sem muito barulho, tem a maior média de publico da Europa: 42.630 pagantes.

A Inglaterra vem em seguida, com 28.706. Espanha, 25.169.

O ingresso mais barato no Brasil é R$ 10. Na Alemanha custa o equivalente a R$ 125. Está explicado um dos abismos financeiros entre clubes brasileiros e europeus.

Nossos craques estão indo para lá por preço de banana.



Essa é nova

Já estamos acostumados a ver grandes investidores europeus, americanos, russos e a turma do petróleo fácil adquirirem times de futebol pelo mundo.

Mas é a primeira vez que eu vejo, investidor comprar um torneio!
Foi exatamente isso que aconteceu nos Estados Unidos.

E não é um torneio qualquer, é o Master Series de Tênis de Indian Wells.

Depois dos já famosos Grand Slams,Austrália open, Wimbledon, Roland Garros e US open, o de Indian Wells é o mais famoso. Circulam por lá 280 mil pessoas.

Estima-se que o Bilionário americano Larry Ellison, executivo da Oracle, tenha pago algo em torno de US$ 100 milhões.



Questão de gestão

Recente estudo publicado pela consultoria financeira Crowe Horwath RCS sobre o valor da marca dos 10 maiores clubes brasileiros mostra que, apesar dos avanços dos últimos anos, há um enorme abismo em relação aos clubes Europeus.

Ao mesmo tempo a Revista FORBES, em seu Relatório “Most Valuable Soccer Teams” mostra o tamanho desse abismo.

Com a Copa 2014 aqui, e uma melhor gestão, se esperava uma aproximação maior em relação aos europeus. Só para se ter uma idéia, a soma dos 10 maiores clubes brasileiros é menor que a do Manchester United (1,4 bi de euros).

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Mau começo

Mau começo
A expectativa já não era grande, afinal, isto aqui é Brasil!
E continua sendo. Nenhuma data foi cumprida no cronograma da Copa 2014 no Brasil.
Nenhuma parceria Público-Privada, nenhuma licitação dos estádios que, aliás, são magníficos no papel. Os arquitetos esmeraram-se nos projetos. Pena que ainda continuem no papel, e somente nele. E danem-se os prazos.
Para piorar as coisas, o Relator-Geral do Orçamento, Geraldo Magela, anuncia que os recursos para as obras serão reduzidos em R$ 1,8 bi.
Causa estranheza um orçamento que pode sofrer tal redução sem prejuízo de obras e prazos. Estaria superestimado?
Como nenhuma estaca foi fincada, tudo está na estaca zero. Literalmente.
E vem aí 2016…

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A expectativa já não era grande, afinal, isto aqui é Brasil!

E continua sendo. Nenhuma data foi cumprida no cronograma da Copa 2014 no Brasil.

Nenhuma parceria Público-Privada, nenhuma licitação dos estádios que, aliás, são magníficos no papel. Os arquitetos esmeraram-se nos projetos. Pena que ainda continuem no papel, e somente nele. E danem-se os prazos.

Para piorar as coisas, o Relator-Geral do Orçamento, Geraldo Magela, anuncia que os recursos para as obras serão reduzidos em R$ 1,8 bi.

Causa estranheza um orçamento que pode sofrer tal redução sem prejuízo de obras e prazos. Estaria superestimado?

Como nenhuma estaca foi fincada, tudo está na estaca zero. Literalmente.

E vem aí 2016…



Acredite em 2010!

Chegou 2010



Pausa

Meus amigos, este blog vai dar um refresco. Entrará em recesso até o dia 4 de janeiro, aglutinando energia para enfrentar um 2010 que será de muita luta.

Se me permitem uma previsão, 2010 será um ano de mudanças importantes.

Até lá, então, e um Natal de paz para todos.