Dezembro 19, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - Nenhum Comentário
“Zagueiro tem que chutar a bola para o alto. Enquanto ela estiver lá no céu
não existe perigo de gol.”
Neném Prancha
Dezembro 17, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - Nenhum Comentário
Vida real
Está no imaginário popular que jogadores e técnicos de futebol nadam em dinheiro, recebem salários astronômicos.
Que nada, a realidade é bem outra.
Dos 22 mil jogadores inscritos na CBF, 85% ganham até três salários-mínimos. Apenas 2% recebem mais de 20. E 18.500 atletas ficam desempregados em alguma fase do ano.
Com os técnicos não é muito diferente.
Apesar do glamour e do imaginário, é dura a vida dos profissionais do futebol. E olha que somos o país do futebol.
Imaginem se não fôssemos.
Está no imaginário popular que jogadores e técnicos de futebol nadam em dinheiro e recebem salários astronômicos.
Que nada, a realidade é bem outra.
Dos 22 mil jogadores inscritos na CBF, 85% ganham até três salários-mínimos. Apenas 2% recebem mais de 20. E 18.500 atletas ficam desempregados em alguma fase do ano.
Com os técnicos não é muito diferente.
Apesar do glamour e do imaginário, é dura a vida dos profissionais do futebol. E olha que somos o país do futebol.
Imaginem se não fôssemos.
Dezembro 14, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - 1 Commentário
Me engana que eu gosto
A polêmica está de volta: bebida nos estádios de futebol, sim ou não.
Com a entrada do padre Marcelo Rossi, fazendo propaganda pela liberação da cerveja e só da cerveja nos estádios de futebol – proibida em todos os campos do Brasil desde abril 2008 – começa a tomar corpo esse grande debate.
Os contrários à liberação da cerveja dizem que sua proibição reduz a violência nos estádios, os torcedores não dirigem alcoolizados na volta pra casa e tudo mais que sabemos dos malefícios do álcool.
Vou contra o senso comum: sou a favor!
Primeiro temos que tratar a violência nos estádios como determina a lei.
É crime. Cumprir a lei já seria um bom começo. O caso do jogo do Coritiba x
Fluminense é emblemático. Rigor para os meliantes. Eles não são torcedores. São bandidos uniformizados.
A lei é inócua, pois não atinge os arredores dos estádios. Bares, barraquinhas e tudo o mais que, sem fiscalização, vendem todo tipo de bebida. E vendem bastante, para abastecer as duas horas seguintes sem bebidas lá dentro.
Não é a bebida nos estádios que aumenta a violência. É a falta de segurança. Punição dura aos responsáveis. Se for para acabar com a violência nos estádios, que se tente acabar também nas casas noturnas, bares depois de determinadas horas, shows e tudo o mais.
Quero ver. Ah, isso eu gostaria de ver.
Liberam Choperia até em parque público!!
A polêmica está de volta: bebida nos estádios de futebol, sim ou não.
Com a entrada do padre Marcelo Rossi, fazendo propaganda pela liberação da cerveja e só da cerveja nos estádios de futebol – proibida em todos os campos do Brasil desde abril 2008 – começa a tomar corpo esse grande debate.
Os contrários à liberação da cerveja dizem que sua proibição reduz a violência nos estádios, os torcedores não dirigem alcoolizados na volta pra casa e tudo mais que sabemos dos malefícios do álcool.
Vou contra o senso comum: sou a favor!
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Dezembro 10, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - 3 Commentários
Já está na hora da sociedade discutir se quer a pizza entregue em casa em 15 minutos, ou se quer a eliminação dos motoboys das ruas da cidade.
Claro que o setor de serviços não pode mais prescindir da agilidade de entrega dos profissionais sobre duas rodas. Vivemos um tempo de comodidades, onde um telefonema faz chegar às nossas casas uma infinidade de produtos, nos poupando tempo, trânsito, filas e também dinheiro.
Ora, os motoboys, tão xingados quando atrapalham o conforto de nosso deslocamento a bordo de automóveis – alguns realmente exageram, assim como alguns motoristas – são os mesmo que nos proporcionam a comodidade de quase tudo receber em casa com uma teclada.
Ouso dizer que eles são a solução, não o problema. São trabalhadores que precisam fazer incontáveis entregas para ter como enfrentar a prestação da moto e o sustento de suas famílias. São pressionados pelos patrões, que exigem rapidez – e isto pode ser a causa principal da afobação com que transitam.
E, além de tudo, não lhes é destinado vagas suficientes para estacionamento. Também a administração pública ainda não dá a eles a importância proporcional ao serviço que prestam.
Já está na hora da sociedade discutir se quer a pizza entregue em casa em 15 minutos, ou se quer a eliminação dos motoboys das ruas da cidade.
Claro que o setor de serviços não pode mais prescindir da agilidade de entrega dos profissionais sobre duas rodas. Vivemos um tempo de comodidades, onde um telefonema faz chegar às nossas casas uma infinidade de produtos, nos poupando tempo, trânsito, filas e também dinheiro.
Ora, os motoboys, tão xingados quando atrapalham o conforto de nosso deslocamento a bordo de automóveis – alguns realmente exageram, assim como alguns motoristas – são os mesmo que nos proporcionam a comodidade de quase tudo receber em casa com uma teclada.
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Dezembro 10, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - 2 Commentários
Mais um espaço conquistado pelas mulheres.
Uma surpreendente mudança no tênis e no ciclismo já para as olimpíadas de 2012 em Londres.
No ciclismo não teremos mais a prova de perseguição individual, prova esta já tradicional do calendário Olímpico e mundial. Teremos agora 5 provas masculinas e cinco femininas. Antes 7 eram masculinas e apenas 3 femininas.
Já no tênis, foram aprovadas as duplas mistas no calendário da modalidade, coisa que só acontecia nos famosos Grand Slams.
Estas mudanças causaram surpresa nos meios esportivos. A chiadeira foi geral.
Até Lance Armstrong, vencedor sete vezes do tour de France, de ciclismo, se colocou contra.
Ponto para elas.
Mais um espaço conquistado pelas mulheres.
Uma surpreendente mudança no tênis e no ciclismo já para as olimpíadas de 2012 em Londres.
No ciclismo não teremos mais a prova de perseguição individual, prova esta já tradicional do calendário Olímpico e mundial. Teremos agora 5 provas masculinas e cinco femininas. Antes 7 eram masculinas e apenas 3 femininas.
Já no tênis, foram aprovadas as duplas mistas no calendário da modalidade, coisa que só acontecia nos famosos Grand Slams.
Estas mudanças causaram surpresa nos meios esportivos. A chiadeira foi geral. Até Lance Armstrong, vencedor sete vezes do Tour de France, de ciclismo, se colocou contra.
Ponto para elas.
Dezembro 9, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - 22 Commentários
A bola oficial da Copa do Mundo 2010, como todos já sabem, foi lançada oficialmente no sorteio dos Grupos da Copa no último dia 4.
Seu nome: JABULANI, que significa em dialeto bantu, um dos
onze idiomas reconhecidos na África, CELEBRAR.
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Dezembro 9, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - Nenhum Comentário
“A Constituição não manda que a imprensa seja boa. Manda que seja livre.”
(Juca Kfouri)
Dezembro 8, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - 1 Commentário
A Vitória de Patrícia Amorim para a presidência do Flamengo chama a atenção pelo fato de, “pela primeira vez na história deste país”, uma mulher ocupar a presidência do Flamengo, o clube de maior torcida do Brasil.
Isso poderia ser apenas uma curiosidade. Algumas mulheres já ocuparam espaço no Esporte brasileiro. Algumas foram bem, outras nem tanto. É assim em todas as áreas.
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Dezembro 7, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - Nenhum Comentário
A revista Destino, o melhor do Vale Europeu, que trata de Turismo, tem na sua edição de número 6 um material bem legal e bem produzido sobre o esporte de Blumenau.
Recomendo. Vale conferir.
Outra publicação esportiva que foi lançada agora em novembro, de excelente qualidade, na forma e no conteúdo, é a Revista da ESPN.
Uma revista, ao que parece, isenta. O mercado estava precisando.
Dezembro 3, 2009 - Postado por Marcelo Greuel - Nenhum Comentário

Os chamados atletas estrangeiros
Não é de hoje que debatemos, todos os anos, a questão da transferência de atletas de fora e de dentro do estado para os Jogos Abertos.
Esta discussão já foi parar inclusive na Assembléia Legislativa. Não há consenso. Nunca haverá. Todos os anos o Conselho Estadual de Desportos se debruça sobre a questão. Muda-se o regulamento aqui, muda-se ali, quase todos os anos o regulamento é mudado.
E daí? Mudam para tudo ficar igual, ou seja, nada melhora.
Em cada edição dos Jogos Abertos há um sentimento generalizado de que as importações de atletas devem acabar. Uns, para justificar a derrota; outros porque estão convencidos de que tiram a oportunidade de participação de atletas locais. E há os demagogos que, do alto de sua falta de conhecimento, apregoam que as importações estão “acabando com o esporte catarinense”.
Primeiro e mais importante: Os Jogos Abertos de Santa Catarina são competições de alto rendimento, que reúnem os melhores atletas do Estado. Do atleta olímpico ao atleta da mais remota cidade do interior.
Este abismo, em vez de desqualificar, qualifica, integra, motiva, faz com que novas gerações de atletas participem e busquem seu espaço.
Segundo: o número de transferências é limitado. Já acontece há 49 anos. Sei bem, porque cheguei a uma olimpíada.Tinha os Jogos como referencia. Fiz chegar ao CED proposta mudando este quadro: não podemos simplesmente acabar com isso; a história nos mostra que na maioria dos casos foram benéficas. Desenvolveram as modalidades, projetaram municípios .
Mas o que se vê hoje é uma desigualdade gritante nesta regra. Os maiores municípios em termos de população têm, conforme regulamento, os mesmos números de transferências que os municípios de menor número.
O que acontece de fato: os pequenos servem apenas para constar da tabela, resumidos ao pepel de figurantes. É preciso inverter o quadro, dar oportunidade aos pequenos para se desenvolverem, para serem também protagonistas.
Somente 3 municípios catarinenses têm mais de 200 mil habitantes.
217, ou seja, 75% das cidades catarinenses tem menos de 10 mil .
Como uma cidade de 10 mil habitantes pode fazer esporte e participar ativamente do processo?
Ora, limitando as maiores cidades destas transferências e aumentando consideravelmente o numero das pequenas. Obrigaria os grandes a efetivamente realizar o dito trabalho de base, hoje mais no discurso político do que na prática, auxiliando – aí sim – no combate às desigualdades sociais, já que os mesmos possuem considerável capacidade financeira e número de crianças a serem atendidas.
E assim propiciar as pequenas a formarem modalidades fortes, algumas, talvez, participando pela primeira vez dos Jogos Abertos, incentivando a pratica esportiva no município, e tudo aquilo que sabemos que só o esporte consegue fazer.
Unindo cidadãos, quebrando barreiras sociais, econômicas, raciais. Num mesmo time, raças diferentes, religiões diferentes, pobres e ricos.
Oportunidades diferentes a cidades diferentes.
Tenho certeza, as cidades e os Jogos Abertos nunca mais serão os mesmos. Todos de fato poderão participar.
Ah, tem mais uma coisa: serem aplaudidos também.
Não é de hoje que debatemos, todos os anos, a questão da transferência de atletas de fora e de dentro do estado para os Jogos Abertos.
Esta discussão já foi parar inclusive na Assembléia Legislativa. Não há consenso. Nunca haverá. Todos os anos o Conselho Estadual de Desportos se debruça sobre a questão. Muda-se o regulamento aqui, muda-se ali, quase todos os anos o regulamento é mudado.
E daí? Mudam para tudo ficar igual, ou seja, nada melhora.
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