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	<title>Marcelo Greuel: Blogando por Esporte &#187; JASC</title>
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		<title>Os chamados atletas estrangeiros</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 23:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JASC]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Os chamados atletas estrangeiros
Não é de hoje que debatemos, todos os anos, a questão da transferência de atletas de fora e de dentro do estado para os Jogos Abertos.
Esta discussão já foi parar inclusive na Assembléia Legislativa. Não há consenso. Nunca haverá. Todos os anos o Conselho Estadual de Desportos se debruça sobre a questão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><img class="alignnone size-full wp-image-140" title="grafico_alt" src="http://marcelogreuel.com.br/wp-content/uploads/2009/12/grafico_alt.jpg" alt="grafico_alt" width="671" height="436" />Os chamados atletas estrangeiros</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é de hoje que debatemos, todos os anos, a questão da transferência de atletas de fora e de dentro do estado para os Jogos Abertos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esta discussão já foi parar inclusive na Assembléia Legislativa. Não há consenso. Nunca haverá. Todos os anos o Conselho Estadual de Desportos se debruça sobre a questão. Muda-se o regulamento aqui, muda-se ali, quase todos os anos o regulamento é mudado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E daí? Mudam para tudo ficar igual, ou seja, nada melhora.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em cada edição dos Jogos Abertos há um sentimento generalizado de que as importações de atletas devem acabar. Uns, para justificar a derrota; outros porque estão convencidos de que tiram a oportunidade de participação de atletas locais. E há os demagogos que, do alto de sua falta de conhecimento, apregoam que as importações estão “acabando com o esporte catarinense”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Primeiro e mais importante: Os Jogos Abertos de Santa Catarina são competições de alto rendimento, que reúnem os melhores atletas do Estado. Do atleta olímpico ao atleta da mais remota cidade do interior.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Este abismo, em vez de desqualificar, qualifica, integra, motiva, faz com que novas gerações de atletas participem e busquem seu espaço.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Segundo: o número de transferências é limitado. Já acontece há 49 anos. Sei bem, porque cheguei a uma olimpíada.Tinha os Jogos como referencia. Fiz chegar ao CED proposta mudando este quadro: não podemos simplesmente acabar com isso;  a história nos mostra que na maioria dos casos foram benéficas. Desenvolveram as modalidades, projetaram municípios .</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas o que se vê hoje é uma desigualdade gritante nesta regra. Os maiores municípios em termos de população têm, conforme regulamento, os mesmos números de transferências que os municípios de menor número.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O que acontece de fato: os pequenos servem apenas para constar da tabela, resumidos ao pepel de figurantes. É preciso inverter o quadro, dar oportunidade aos pequenos para se desenvolverem, para serem também protagonistas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Somente 3 municípios catarinenses têm mais de 200 mil habitantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">217, ou seja, 75% das cidades catarinenses tem menos de 10 mil .</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como uma cidade de 10 mil habitantes pode fazer esporte e participar ativamente do processo?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ora, limitando as maiores cidades destas transferências e aumentando consideravelmente o numero das pequenas. Obrigaria os grandes a efetivamente realizar o dito trabalho de base, hoje mais no discurso político do que na prática, auxiliando &#8211; aí sim &#8211; no combate às desigualdades sociais, já que os mesmos possuem considerável capacidade financeira e número de crianças a serem atendidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E assim propiciar as pequenas a formarem modalidades fortes, algumas, talvez, participando pela primeira vez dos Jogos Abertos, incentivando a pratica esportiva no município, e tudo aquilo que sabemos que só o esporte consegue fazer.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Unindo cidadãos, quebrando barreiras sociais, econômicas, raciais. Num mesmo time, raças diferentes, religiões diferentes, pobres e ricos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Oportunidades diferentes a cidades diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tenho certeza, as cidades e os Jogos Abertos nunca mais serão os mesmos. Todos de fato poderão participar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ah, tem mais uma coisa: serem aplaudidos também.</div>
<p>Não é de hoje que debatemos, todos os anos, a questão da transferência de atletas de fora e de dentro do estado para os Jogos Abertos.</p>
<p>Esta discussão já foi parar inclusive na Assembléia Legislativa. Não há consenso. Nunca haverá. Todos os anos o Conselho Estadual de Desportos se debruça sobre a questão. Muda-se o regulamento aqui, muda-se ali, quase todos os anos o regulamento é mudado.</p>
<p>E daí? Mudam para tudo ficar igual, ou seja, nada melhora.</p>
<p><span id="more-134"></span></p>
<p>Em cada edição dos Jogos Abertos há um sentimento generalizado de que as importações de atletas devem acabar. Uns, para justificar a derrota; outros porque estão convencidos de que tiram a oportunidade de participação de atletas locais. E há os demagogos que, do alto de sua falta de conhecimento, apregoam que as importações estão “acabando com o esporte catarinense”.</p>
<p>Primeiro e mais importante: Os Jogos Abertos de Santa Catarina são competições de alto rendimento, que reúnem os melhores atletas do Estado. Do atleta olímpico ao atleta da mais remota cidade do interior.</p>
<p>Este abismo, em vez de desqualificar, qualifica, integra, motiva, faz com que novas gerações de atletas participem e busquem seu espaço.</p>
<p>Segundo: o número de transferências é limitado. Já acontece há 49 anos. Sei bem, porque cheguei a uma olimpíada.Tinha os Jogos como referencia. Fiz chegar ao CED proposta mudando este quadro: não podemos simplesmente acabar com isso;  a história nos mostra que na maioria dos casos foram benéficas. Desenvolveram as modalidades, projetaram municípios .</p>
<p>Mas o que se vê hoje é uma desigualdade gritante nesta regra. Os maiores municípios em termos de população têm, conforme regulamento, os mesmos números de transferências que os municípios de menor número.</p>
<p>O que acontece de fato: os pequenos servem apenas para constar da tabela, resumidos ao pepel de figurantes. É preciso inverter o quadro, dar oportunidade aos pequenos para se desenvolverem, para serem também protagonistas.</p>
<p>Somente 3 municípios catarinenses têm mais de 200 mil habitantes.</p>
<p>217, ou seja, 74% das cidades catarinenses tem menos de 10 mil.<img class="alignnone size-full wp-image-140" style="border: 0px initial initial;" title="grafico_alt" src="http://marcelogreuel.com.br/wp-content/uploads/2009/12/grafico_alt.jpg" alt="grafico_alt" width="537" height="349" /></p>
<p>Como uma cidade de 10 mil habitantes pode fazer esporte e participar ativamente do processo?</p>
<p>Ora, limitando as maiores cidades destas transferências e aumentando consideravelmente o numero das pequenas. Obrigaria os grandes a efetivamente realizar o dito trabalho de base, hoje mais no discurso político do que na prática, auxiliando &#8211; aí sim &#8211; no combate às desigualdades sociais, já que os mesmos possuem considerável capacidade financeira e número de crianças a serem atendidas.</p>
<p>E assim propiciar as pequenas a formarem modalidades fortes, algumas, talvez, participando pela primeira vez dos Jogos Abertos, incentivando a pratica esportiva no município, e tudo aquilo que sabemos que só o esporte consegue fazer.</p>
<p>Unindo cidadãos, quebrando barreiras sociais, econômicas, raciais. Num mesmo time, raças diferentes, religiões diferentes, pobres e ricos.</p>
<p>Oportunidades diferentes a cidades diferentes.</p>
<p>Tenho certeza, as cidades e os Jogos Abertos nunca mais serão os mesmos. Todos de fato poderão participar.</p>
<p>Ah, tem mais uma coisa: serem aplaudidos também.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um olhar sobre os Jogos Abertos</title>
		<link>http://marcelogreuel.com.br/2009/11/um-olhar-sobre-os-jogos-abertos/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JASC]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Ganhar ou perder faz parte do jogo.
Mas é preciso analisar com um pouco mais de cautela a derrota de Blumenau nos Jogos Abertos.
Depois de uma participação muito boa em 2007, já se viam sinais dessa derrota em 2008, o que acabou acontecendo agora, em 2009. Não se pode ser simplista a ponto de atribuir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ganhar ou perder faz parte do jogo.</p>
<p>Mas é preciso analisar com um pouco mais de cautela a derrota de Blumenau nos Jogos Abertos.</p>
<p>Depois de uma participação muito boa em 2007, já se viam sinais dessa derrota em 2008, o que acabou acontecendo agora, em 2009. Não se pode ser simplista a ponto de atribuir a derrota pela importação de atletas ou à tragédia de novembro 2008. Primeiro, porque Florianópolis mereceu vencer! Usou estratégia quase perfeita, explorando as vulnerabilidades de Blumenau. É assim que se faz quando realmente se quer vencer.<br />
<span id="more-95"></span>Estrategicamente é preciso anotar – e estudar – as movimentações feitas por todas as cidades, e não apenas as favoritas.</p>
<p>Quanto à tragédia, bem, hoje serve como explicação para tudo. Nada mais falso, como argumento. Convém lembrar das enchentes  de 1983-1984, em que quase a totalidade do parque esportivo blumenauense ficou embaixo da água por muito tempo. Dois anos seguidos. Os dirigentes da época souberam muito bem administrar a situação e superar as adversidades, juntamente com os atletas, dando mais uma demonstração da capacidade de superação de nossa gente.</p>
<p>A tragédia de novembro, que de tudo agora é culpada, não impediu de quase dobrar o número de comissionados no esporte. Diferentemente de outros tempos, o esporte ficou a serviço da política, quando manda o bom senso que seja o contrário. A política tem que ser um meio para viabilizar o esporte, e não dele se servir.</p>
<p>Importação de atletas: não sejamos ingênuos, todos fazem isto, já fizemos e fizemos muito. Faz parte, até para viabilizar a participação das cidades pequenas.</p>
<p>Na qualidade de atleta, ex-dirigente esportivo e cidadão permanentemente preocupado com o aprimoramento, fiz chegar ao Conselho Estadual de Esportes, como sugestão, algumas alterações que julgo necessárias sobre importação de atletas, e que oportunamente abordarei aqui no blog.</p>
<p>Existe algo que me preocupa muito mais. É a possibilidade que o poder político de nossa cidade – o prefeito, em suma – ache que perder os jogos é normal, já que tudo se resume a gastos e mesmo perdendo não desgasta imagem.</p>
<p>No passado, o mesmo aconteceu com o futebol, e todos nós sabemos o que aconteceu depois disso. Hoje,apesar da abnegação dos que levam, a muito custo, no peito e na raça, o projeto do Metropolitano, sabe-se da dificuldade de recuperar o tempo perdido. Não devemos permitir que o mesmo aconteça com o esporte blumenauense, para que continue fazendo o que sempre fez:  a evolução de nossos atletas, a redução da exclusão social e o orgulho renovado de nossa gente a cada  vitória.</p>
<p>Parabéns, Florianópolis. Grande campeã neste 2009.</p>
<p>Parabéns aos nossos atletas. Conheço a maioria, sei que deram o melhor de seus talentos.</p>
<p>Agora é tempo de Blumenau sacudir a poeira e, corrigindo o rumo, dar a volta por cima.</p>
<p>Capacidade tem sobrando. Basta querer.</p>
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		<title>Notícias de Chapecó</title>
		<link>http://marcelogreuel.com.br/2009/11/noticias-de-chapeco/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[JASC]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Fim de semana em Chapecó, acompanhando os Jogos Abertos, constatei com uma pontinha de inveja o desenvolvimento daquela cidade.
Obras públicas por todo lado, Centro de Convenções, o estádio Índio Condá, que é publico e recebe investimentos permanentes, para o lazer e manutenção da autoestima do torcedor do Oeste.
Enquanto isso em Blumenau&#8230;

Sempre fui a favor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-large wp-image-35" style="margin: 5px 7px;" title="DSC02064" src="http://marcelogreuel.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC02064-1024x768.jpg" alt="DSC02064" width="231" height="170" />Fim de semana em Chapecó, acompanhando os Jogos Abertos, constatei com uma pontinha de inveja o desenvolvimento daquela cidade.</p>
<p>Obras públicas por todo lado, Centro de Convenções, o estádio Índio Condá, que é publico e recebe investimentos permanentes, para o lazer e manutenção da autoestima do torcedor do Oeste.</p>
<p>Enquanto isso em Blumenau&#8230;</p>
<p><span id="more-34"></span></p>
<p>Sempre fui a favor de um estádio privado em Blumenau. Mas enquanto não aparecem os parceiros, o poder público poderia dar uma mão. É preciso que o prefeito se envolva. Não me parece que tem vontade para tanto.</p>
<p>Prefeito, dê uma passadinha em Chapecó, aproveite os Jogos Abertos – Blumenau está lá – e converse com um correligionário seu, o prefeito João Rodrigues (DEM).</p>
<p>Talvez dê para aprender alguma coisa. O funcionamento da Área Azul de lá, por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amigos</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[JASC]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei aqui em Chapecó duas figuras notáveis na história dos Jogos Abertos, Rudy Nodari e Rubens Fachini, este último o fiel escudeiro de Arthur Schlosser, desde a primeira edição, e olha que estamos na edição 49.
Conversa agradável.
Estão  muito atentos à movimentação, não só dos Jogos como também do esporte como um todo. É preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei aqui em Chapecó duas figuras notáveis na história dos Jogos Abertos, Rudy Nodari e Rubens Fachini, este último o fiel escudeiro de Arthur Schlosser, desde a primeira edição, e olha que estamos na edição 49.</p>
<p>Conversa agradável.</p>
<p>Estão  muito atentos à movimentação, não só dos Jogos como também do esporte como um todo. É preciso conhecer a história para planejar o futuro.</p>
<p>Eles continuam focados no futuro, e muito.</p>
<p>Admiro-os.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desculpem a insistência&#8230;</title>
		<link>http://marcelogreuel.com.br/2009/11/desculpem-a-insistencia/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JASC]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2005 foi criado o Fundesporte, que até hoje deve ter movimentado R$ 200 milhões, algo assim, pois é difícil precisar. Quando foi criado, achávamos que seria um grande salto para o efetivo apoio ao desenvolvimento do esporte.
Tenho minhas dúvidas, porém.

Assistindo os atuais Jogos Abertos, pude percebe diversas carências, principalmente no que toca a equipamentos.
Arenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2005 foi criado o Fundesporte, que até hoje deve ter movimentado R$ 200 milhões, algo assim, pois é difícil precisar. Quando foi criado, achávamos que seria um grande salto para o efetivo apoio ao desenvolvimento do esporte.</p>
<p>Tenho minhas dúvidas, porém.</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Assistindo os atuais Jogos Abertos, pude percebe diversas carências, principalmente no que toca a equipamentos.</p>
<p>Arenas e Centros de Convenções não faltam, construídos sem critério, ou, com critério eleitoral.</p>
<p>Pista de atletismo, que é bom e necessário, nem pensar. Piscina, também não. Equipamentos de ginástica olímpica, tatames, mesas para tênis (de mesa, claro), enfim, o essencial para treinamento e aprimoramento, tudo isto é deixado de lado. Talvez não rendam votos&#8230;</p>
<p>Por isto patinamos, somos quarto mundo, somos o atraso no esporte.</p>
<p>Intermediários de projetos ganham muito, e bota muito nisto! A maioria de fora do Estado. Santa Catarina é o eldorado desta empresas.</p>
<p>Desde 2007 alerto o governo sobre isto. E insisto.</p>
<p>Pensem mais no esporte, nos desportistas, nos catarinenses, e menos nos dividendos eleitorais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Outra!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Greuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[JASC]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Chapecó]]></category>
		<category><![CDATA[Confusão]]></category>
		<category><![CDATA[Fesporte]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Abertos]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Trapalhadas à vista, e das grandes! E mais uma vez, da Fesporte.
Nesta sexta-feira, em Chapecó, será escolhida a sede dos Jogos Abertos de Santa Catarina 2011. Dá para acreditar que as cidades só foram avisadas na quarta-feira?
Três cidades se apresentaram como candidatas. Não foi exigido, como de praxe, Cadernos de Encargos. Nenhuma fez, e nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trapalhadas à vista, e das grandes! E mais uma vez, da Fesporte.</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-13" title="JASC2009" src="http://marcelogreuel.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jasc.png" alt="JASC2009" width="190" height="150" />Nesta sexta-feira, em Chapecó, será escolhida a sede dos <a title="JASC 2009" href="http://www.jasc2009.com.br/" target="_blank">Jogos Abertos de Santa Catarina 2011</a>. Dá para acreditar que as cidades só foram avisadas na quarta-feira?</p>
<p>Três cidades se apresentaram como candidatas. Não foi exigido, como de praxe, Cadernos de Encargos. Nenhuma fez, e nem teria tempo.</p>
<p>Vistoria, então, nem pensar! A responsabilidade vai cair no colo do Conselho Estadual de Desportos que, se tiver responsabilidade, não embarcará nesta.</p>
<p>As cidades candidatas podem, se quiserem, prometer o possível e o impossível. O Brasil fez assim na decisão para a escolha da sede das Olimpíadas 2016, e deu certo, não deu?</p>
<p>Estarei em Chapecó conferindo esta confusão.</p>
]]></content:encoded>
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